Da grande janela
Do meu pequeno mundo
Vejo o desfavorecido
E o maltratado.
Do meu pequeno mundo
Vejo o desfavorecido
E o maltratado.
E vejo as elites do presente,
Que se parecem tanto quanto
As elites do passado, onde
A principal comodidade
Era o trabalho escravo:
A enriquecerem tanto,
A corromper tudo
E não cuidando das
Consequências.
Por isso, deixo a janela
Escancarada,
E, persistentemente,
Peço-lhes contenção.
E que tenham coração!
(O mal já está feito, e o bem, paga-se caro!)
2026-04-29
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