Aos poucos, vamos perdendo a inteligência, a vontade de ler, de escrever, de conviver, em suma, de viver!
Mas não se preocupem, já estamos ‘ligados às máquinas’, e a vida segue. E como os donos das máquinas nadam em dinheiro, que nós nos viciamos em dar-lhes a troco do nada das borlas -não confundir com as bolas de Berlim- eles estão, cada vez mais, à nossa frente -quase nem os vemos. E à frente das políticas; à frente das leis; à frente dos bois; à frente da responsabilidade.
Enfim, somos todos uma cambada -deixamos de poder dizer que somos uma sociedade, porque, facto, já não somos!- de ignorantes, mas muito likes. Que não é o mesmo que muito felizes. Embora pareça. Padeça!